Archive for the ‘Dedo no Ar’ Category

Os Corredores
Fevereiro 20, 2020

Os frios e inóspitos corredores da saúde são arrepios de ancestrais e solitários seminários, e de presídios de inocentes e culpados.

As Aves-Crianças
Fevereiro 20, 2020

As aves baloiçando-se nos ramos de vento embalados, são crianças carregadas nos regaços bem amados!

Jardins Proibidos
Fevereiro 20, 2020

Jardins proibidos são caminhos empedrados com flores tristes nos valados, compadecendo-se dos pés descalços e cansadas!

Cantar a Beleza
Fevereiro 20, 2020

Cantar a beleza do mundo e do ser humano na atual instabilidade, onde somos bombardeados por todos os lados, é privilégio de sábios e iluminados!

A Inocência
Fevereiro 20, 2020

A inocência é uma estrela sempre a brilhar, confundindo a cobardia do velhaco com a luz do seu olhar!

O Silêncio das Coisas
Fevereiro 20, 2020

O poema é o silêncio das coisas, fazendo eco nas paredes brancas da liberdade iluminadas de segredos, dançando na simétrica conjugação do verbo amar, rodopiando nos braços frios sem se arrepiar!

As Curvas do Caminho
Fevereiro 20, 2020

As curvas do caminho são desvios em dias de inverno com sombras de rios saudosos e chorosos de estios!

Olhos Frios
Fevereiro 20, 2020

Os olhos frios são estátuas de bronze roídas de tristeza nos tumultuosos horizontes vazios!

As Mãos
Fevereiro 20, 2020

As mãos são desejos entrelaçados de amor, nós de suor com silêncios de dor, alianças coroadas de júbilo com perfumes de flor!

As Janelas da Alegria
Fevereiro 20, 2020

Na cegueira de noite, abre as janelas dos olhos à alegria e dança em silêncio com o canto dos pássaros na folhagem, anunciando o despertar da vida ao novo dia!