A Minha Aldeia e o Tamanho Dela 

Na minha aldeia também já assisti à diversidade de pessoas dormindo ao ar livre: na praia, sobre perigosos e estreitos muros, nos tejadilhos dos carros, nos bancos do jardim, em qualquer canto da rua, mas circunstancialmente – opção, necessidade ou falta de alojamento? -, nos dias de festa e euforia, em que atrai gente de todo o mundo.

Quanto mais a minha aldeia se enche de visitantes de diferentes culturas, e alguns enriquecem com outros proveitos, mais pequena me vejo, e a ela, que mutilada e assaltada nas essências da sua alma, mesmo com portas abertas a outros mares, mais se me assemelha um postigo do que uma ampla janela a espreitar a persistente dança das ondas com perenes raízes de jangadas e muitos barcos à vela!…

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