Quando Eu For Grande – Sexagésimo Sexto Desejo

Quando eu for grande, quero ser a doce luz da aurora, beijando os olhos tristes das crianças a toda a hora!

Quando eu for grande, quero ser a sinfonia da alegria, acordando a esperança com o chilreio da criança, correndo pela casa quando esta ainda dormia!

Quando eu for grande, quero ser a fonte cantante, saciando a sede do caminhante, refrescando o rosto rosado da aguardente, batendo inocentes e contentes palmas de criança a toda a gente!

Quando eu for grande, quero ser a roda na festa da escola, acariciando as bochechas caídas, apertando com o coração do dia a boca lambuzada e a criança rejeitada, guardando, apressada, a aprendizagem, as brincadeiras e todas as memórias numa secreta sacola!

Quando eu for grande, quero ser a magia do papagaio de papel, abraçando a criatividade nas sílabas do poema da criança pintado com sorrisos de bondade, fazendo da triste folha dourada um anel com colorida e coceguenta magia de um carrossel!

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