A Mão de Irmão

Não negues a tua mão a ninguém na aflição, porque ela é uma florida hera puxando-o do chão, uma parte do corpo esculpido nas malhas da injustiça, uma pétala de esperança brilhando no vaivém da escuridão.

E…

Na solidão da dor do seu barco sem proa, na perda dos seus remos de coragem levados pela força da ondulação, na ausência das palavras perdidas na noite sem luar, despertam pérolas dos seus silenciosos olhos, soluçando nos ecos da criação: Obrigado, meu irmão!

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