Quando Eu For Grande – Sexagésimo Segundo Desejo

Quando eu for grande, quero ser a luz da madrugada, pintar de sorrisos o rosto triste da criança abandonada!

Quando eu for grande, quero ser a águia da noite escura, arrancar, sem hora marcada, a indefesa criança a toda a tortura!

Quando eu for grande, quero ser a espiga da fartura, saciar a fome onde a crueldade do homem devora a criança pura!

Quando eu for grande, quero ser a página de um livro chamado girassol com o: a, b, c, as contas e a poesia, beijando a criança de alegria!

Quando eu for grande, quero ser a casa do ser da criança, oferecer flores azuis de sabedoria, abraçar o mundo com o mar iluminado de harmonia!

Quando eu for grande, quero ser a bola da paz na mão da criança, vestir-me de onda voadora nas asas do vento, reconstruir a geometria do mundo sem um gemido, nem um lamento!

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