A Criança Prisioneira

Barco Espelhado, 2016

Ninguém tem o direito de atar pedras de despotismo nos pés inocentes de uma criança e torná-la prisioneira na baía do seu egoísmo, impedindo-a de pegar na sua barquinha e navegar, de seguir o seu curso, de fazer-se ao largo, de encontrar ela própria o seu porto seguro nas noites de luar ou vencendo as tempestades beijada pelos doirados feixes de um farol-amigo, a sorrir ou a chorar, vivendo!

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