A Menina Azul – As Janeiras

A Menina Azul

Uma noite, quando a Menina Azul já era uma jovem senhora, apesar de toda a gente continuar a tratá-la por: “Menina”…

As Janeiras bateram-lhe à porta!

Eram dois sorrisos cantantes: um deles, o do mestre, com uma bóina preta, de pescador, mas domingueira; o outro, o da mestra, com cachecol tecido pelas mãos da Menina que abrira a porta, e que naquele momento também sorria!

A Menina Azul, que já era uma jovem senhora, sorria para as surpreendentes Janeiras musicados pela euforia das sorridentes palmas de dois lindos e felizes infantes!

Mas, as Janeiras só transpuseram a porta depois de terem terminado a última nota!

E… não pediram nada em troca; pelo contrário, traziam uma alcofinha com ricos pitéus e guloseimas, que rapidamente encheram a mesa.

E… toda a família sorria, e ria, e partilhava com muita alegria aquelas especiais Janeiras, que se prolongaram pela noite fora, e que permanecem acesas nas suas deliciosas memórias!

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