O Cheiro a Sardinha Assada

Gaivotas nas Redes do Barco, 2012

Abro a janela a pouco e pouco, e sinto a frescura da noite no rosto misturado com o cheiro a sardinha assada – a esta hora?!… Questiono-me silenciosa e sorridente!

À minha frente, perto de um telheiro iluminado, o fumo de peixe assado desprende-se de um enorme fogareiro, envolvendo a silhueta de um homem, que de vez em quando se dirige à animada, ampla e branca mesa com uma apetitosa travessa na mão!

Ao fundo, o mar dorme o seu sono de criança, acariciado pelo pulsar dourado do farol!

Soam vozes fartas de homens e de mulheres entre o tilintar dos talheres e o erguer de copos de vinho – a hora é de festa!

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