Amar o Próprio Amor

O Amor é um “bem-me-quer”, que se desfolha em “bem-te (lhe)-quer” , que só é visto por quem o sente, que só é repartido por quem o tem, que só é acolhido por quem o reconhece.

Amar o próprio amor:

– é dar-se para além das fronteiras do preconceito;

– é sentir-se um ser do mundo na alegria e na tristeza do outro, do que está próximo, do que se encontra longe, do que nunca se viu, mas que se conhece;

– é entregar-se confiadamente na imensa serenidade do Amor Divino;

– é tornar-se em cada instante: pão, básamo, sorriso;

– é ser-se homem, mulher, criança, novo ou velho, saudável ou doente, um irmão, um ser do universo, tocar todas as flores e perfumar o caminho, festejando a maior e a mais bela dádiva da humanidade: o AMOR!

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