Aerograma n.º 3 – O Cheiro das Sardinhas Assadas

Querido João,

Ainda “Cheira a sardinha assada” e este teu perfume continuará no ar, misturado com tantos outros que nos ofereceste ao longo destes anos, enquanto tivermos memória: da nossa infância, da nossa adolescência, do nosso estado de adultos inconformados, seres sensíveis, inteligentes e lutadores, porque fazes parte da nossa vida.

TU, com ou sem: o teu boné, os teus óculos, a tua criatividade, permanecerás vivo entre os vivos e a brilhar entre os que já partiram, mais uma estrela no horizonte do até já!

Os doces bons-dias da Deinha e as saudosas carícias da tua mãe-amada não confortarão o teu amigo, fiel todos os dias e na hora da despedida, porque a vossa cumplicidade era só uma vida, insubstituível!

Paz para ti, querido amigo, no meio das lágrimas que vertes abraçado à dor da tua mãe!

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