Mulher-Mãe

Mulher, navegante louca na solidão desenfreada da tua frustração amorosa, perdida no vendaval da tua desordenada emotividade e instabilidade, pára na praia deserta do teu ser e acolhe como a fresca brisa marinha e com ondas de amor paciente e compreensivo o teu menino que cresceu, reconhecendo-lhe o direito à sua liberdade de pensamento e poder de decisão, porque os teus ressentimentos não podem ser os dele.

Deixa-o prosseguir o seu voo magoado na viagem da vida que lhe deste, mas que não te pertence – ama-o, simplesmente, sê mãe!

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