Há pessoas que acordam espontaneamente, muitas ao som do despertador, com ou sem música, outras vão despertando com carícias, algumas são vítimas de gestos bruscos: o abrir abrupto da janela, gritos, safanões, e existe ainda quem só abre os olhos quando cai da cama – ou do “trono” de areia – e bate com a cabeça no chão, mas mesmo assim, ainda não está acordado!
Semear e Colher
“Quem semeia colhe”, por isso, se ” (…) semeia bom grão, terá bom pão” e se “(..) semeia em Deus, espera e colhe”.
Mas “quem semeia espinhos não deve andar descalço”, se “(..) semeia má semente colhe novidade” e se “(…) semeia ventos colhe tempestades”.
Feliz é:
” Quem semeia virtudes colhe glórias”
E por que ” a melhor semente está na língua”, cuidado, pois: ” “palavra e pedra que se soltam não têm volta”!
Acorda, Estrela Adormecida!
A estrela da alegria portuguesa não sorri, porque continua prisioneira do sebastianismo, do filipismo, da inquisição, da guerra colonial, da escravatura, do terramoto, cantando o seu fado no meio dos destroços sociais, políticos e culturais “da grande desgraça” num sono profundo!
Falta-lhe o renascer da coragem de povo descobridor, a força para se erguer, a confiança para reconquistar o humor – pedir licença aos filmes de ontem, para colocá-lo nas novelas de hoje -, admirar a magnífica paisagem com que a natureza generosamente presenteou este país e usufruí-la, abrir o peito, libertar-se, reconciliar-se com a primavera da vida, sorrir e soltar gargalhadas!
Ser Gente Grande
Sê trigo no meio do joio!
Sê seara no deserto do amor!
Sê ribeiro na sede da verdade!
Sê estrela na noite do egoísmo!
Sê mar no seio da fraqueza!
Sê alegria no luto da vida!
Sê pérola no coração do homem!
Sê palavra no silêncio do mudo!
Sê perdão na dureza da ofensa!
A Fada Traquina (continuação)
Caros Visitantes,
Esta história é interactiva, por isso, podem – e devem – partilhá-la, completando-a com as vossas crianças. Espero que se divirtam!
“(…) Olhou para a caixa do dinheiro e transformou cada moeda em comida: …; …; …; …; …; …, e as notas em agasalhos: …; …; …; …; … e …
Pegou nas revistas de moda, apagou muitas páginas com o dedo húmido de saliva, e escreveu textos, poemas, cantigas, ilustrados com … e ainda um capítulo com números, contas e problemas.
A Fada Traquina dirigiu-se à D. Ana e às suas … e pediu-lhes para distribuírem os alimentos pelos … e os livros pelas …
A Mica estava estupefacta com as maravilhas da Fada Traquina.
- Mica, parece-me que aqui já ajudámos. Agora podemos ir para outro lado. (…)”
(continua)
Obrigada, Paizinho!
10/01/14
Querido Paizinho
Navego neste mar agitado na minha embarcação guiada pela sua bússola de amor orientando-me na rota, principalmente quando a tempestade assola, quer o chame pelo rádio do meu coração, quer o apelo ecoe pela minha voz entre soluços.
Alguns piratas perseguem-me com o seu olho tapado e tentam prender-me com chumbeiras, mas veloz como um peixe bravo, escapo-lhes, entrançada na minha Fé, Força e Coragem, dirigindo-me para as minhas pedras de pesca com as artes que Deus me deu e que paizinho e a vida me ensinaram a manusear.
Quando iço as redes e a pescaria é boa ofereço-a com alegres sorrisos, mas se só trazem cascas, safo-as, limpo-as e volto para o mar, noutra escala.
E os nossos golfinhos brincam à minha fente, colocam-se ao meu lado, protegem-me com a sua amorosa sabedoria e alegram a minha vida com suaves e profundas melodias.
Um dos Sorrisos do Dia
Frio, Frio
Defende-te!
A sobrevalorização que atribuis aos ímpios é inversamente proporcional à que concedes a ti próprio, porque dando-lhes a importância que não têm, deduze-la ao teu precioso valor pessoal, em vez de preservá-lo! Cuida-te e defende-te!
A Fada Traquina (continuação)
Caros Visitantes,
Esta história é interactiva, por isso, podem – e devem – partilhá-la, completando-a com as vossas crianças. Espero que se divirtam!
As pessoas que aguardavam a sua vez estavam de boca aberta, e a Fada Traquina fechou-as com amoras e outros frutos silvestres, que iam saindo dos seus …; depois tirou outros frutos do vestido: …; …; …; … e espremeu o seu suco para os copos, que nasciam dos dentes dos pentes, com o seu olhar, e ofereceu-os às …
A Fada Traquina massajou os cabelos das clientes da D. …, que já tinham lavado a … e que ainda os tinham os cabelos molhados, com as gotas de orvalho do seu cabelo doirado, soprou-os e ficaram surpreendentemente penteados; de seguida, cobriu as unhas de todas as clientes com pétalas coloridas.
Atapetou o chão com relva e musgo muito fofinhos e …, que puxava das unhas dos seus pés, e forrou o tecto com estrelas feitas de fios de sol, que ela ia apanhando através dos vidros das …
(continua)






