“Não vou salvar o mundo!” – justificamo-nos!…
Salvar o complexo, desvastador e injusto mundo, que a insconstância ambiciosa do homem constrói e destrói paralelamente, é obra para Mãos Misericordiosas e Omnipotentes com as quais o Homem, independentemente da sua condição social, pode e deve colaborar de peito aberto, de passos decisivos, gratuita e solidariamente nas pequenas/grandes coisas, a começar por autoeducar-se: pedra sobre pedra, mão sobre mão, sorriso sobre a tristeza, pão sobre a fome, água sobre a sede, perdão sobre o erro, palavra sobre o silêncio, amor sobre a ferida!