Existe, praticamente em todas as relações, um(a) outro(a), figura multifacetadada vestida da mais diversificada roupagem, cerne da “traição” – “diz que, ele é”:
- o emprego;
- a cana de pesca, o barco os aparelhos e as redes, ou o fato de mergulho;
- a caçadeira;
- o pai, a mãe ou um filho de outra relação;
- o cavalo, o gato, o cão, o peixinho azul ou o piriquito;
- o ginásio, o surf, o ténis, o futebol, a caminhada ou a bicicleta;
- o(a) cabeleireiroa(a) ou o(a) massagista;
- a banda e os compromissos nos eventos;
- a igreja;
- a televisão, o noticiário, as novelas, os filmes, o desporto e outros programas;
- o telefone e o telemóvel sempre a tocarem e a interromperem;
- o computador com as navegações, conheicmentos e comunicações, amante número um da actualidade.
No conflito “ela” ou eu, opte pelo discernimento para aceitar o que não pode mudar, pela criatividade e coragem para (re)conquistar, e pela acção, para não ficar a olhar para a mão a ver o “pássaro” a voar…