A menina que vi crescer no ventre da sua mãe, que me sorria na sua cândida beleza e que sonhava ser médica, sempre que o irmão adoecia, é uma mulher-mãe com o mesmo cabelo longo, mas menos louro, preso atrás, fala alto, é permissiva com a filha, que agora não está a fazer quimioterapia, e acredita, com um sorriso trémulo e confiante, na sua cura e que um dia poderá realizar o seu sonho de ter um irmão ou uma irmã.
