O verdadeiro homem não troça, não difama, nem descrimina o Outro, exibindo os seus próprios complexos, fracassos, medos e preconceitos, cantando para si próprio, completamente depenado e só, num poleiro de areia movediça.
O Verdadeiro Homem conhece-se, compreende, reconhece e aceita as diferenças, partilha experiências e saberes, tem consciência que é um ser da humanidade, diferente e simultaneamente igual aos outros, e caminha pelo mundo com um sorriso no peito e com a mão estendida com inteligência, pronta para dar e receber.