“- Eu sou portuguesa! Eu sou portuguesa!” – repetia uma senhora alemã com a mão direita sobre o peito e a alegria deste “sentido” profundo de ligação ao país que elegeu com o marido para berço dos seus filhos, há mais de vinte anos, e o apego ao solo alentejano onde decidiram assentar o seu lar, cultivar a terra, criar animais, plantar flores!