O casaco castanho tem barbas encaracoladas sobre as malhas que deixam ver o sol do outro lado quando ele dança de cabeça para baixo, depois de ter tomado banho.
Não gosta de estar fechado no seu apartamento espelhado e torce-se com saudades do seu amigo, que viajou para Lisboa e raramente o visita.
Quando está frio, a mãe do seu amigo pega-lhe e ele abraça-a calorosamente, disfarçado, lendo os seus pensamentos:
- Não é o teu casaco que visto, és tu que me abraças!