A dama de papel inclina-se – pende como uma flor ao sabor do vento – perante o senhor, bajula-o e acena a cabeça concordante como uma marioneta, mas o homem é instável como o tempo e, quando começa a chuviscar, o trono de areia desfaz-se, e o rei sem reino nem coroa procura abrigo numa corrida, amarrotando o papel inútil e atirando-o para a poça que ambos escavaram…