Ninguém se pode negar!
Há reencontros inevitáveis e sucessivos com o “eu”, onda que avança e que busca a força quando recua e a expressa ao projectar-se novamente.
Ter saudades de si próprio significa ter saciado a areia, acariciado os seus grãos, juntado as conchas solitárias, dançado com os seixos, refrescado os outros dos escaldões da vida, e ter-se esquecido de que também existe.